segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Amigos para a vida inteira

Tive amigos na primeira fase, naquela que ainda brincávamos de Barbie horas a fio, lego e playmobil. Todo ano íamos para as festas juninas, aniversários, e crescendo passamos para festas "americanas" e show de rock. Essa fase passou, evoluí, ou não, para uma vida mais quieta. Namorando muito, como a idade manda, mas estive mais voltada para Deus, Foi a fase cristã e claro, acompanharam novas amizades.

Aos 16 eu me mudei para a Bahia, nova escola, novos amigos, dores velhas. A idade ajuda a se adaptar. Amores mais intensos, duradouros, um ou outro amigo. Foram muitas experiências, amigos que passaram rápido e marcaram muito, colaboraram com papos eternos ao telefone, ou roubando o Cavalo Branco e substituindo por Old Eight com uma seringa...

Entrei na faculdade, e nessa fase faz-se mil amigos então, muitas aventuras, muitas risadas e lágrimas.

Poucos ficam na vida profissional, conhece-se menos gente, confia-se menos, entrega-se menos.

Ter no cônjuge um amigo é essencial. A idade vai chegando, e a gente vai se voltando mais para a família, resgatando velhos amigos, e não os deixa escapar,

Obrigada a vocês

2 Comentários:

Às 22 de novembro de 2009 18:04 , Blogger Carla Renata disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

 
Às 22 de novembro de 2009 18:07 , Blogger Carla Renata disse...

Eu tb sofri com isso.
Inicialmente, a mudança de moradia sempre deixava amigos pra trás. Não que não fosse amizade verdadeira, mas a distância sem internet (década de 80/90) nos tornava cada vez mais distante.

Depois uma nova mudança de bairro e de escola de uma só vez, fez com que mais amigos ficassem apenas na lembrança. E com isso o sofrimento.

Qndo estamos adaptados, resolvemos mudar de cidade, o que tavez tenha sido a mudança mais "trágica"na minha vida. Demorei a me adaptar. Queria voltar, desistir de tudo, mas o amor falou mais alto e eu aguentei.

Fiz amigos, mas muitos com suas vidas agitadas em Itabuna e com diversões, digamos, diferentes das minhas (shows como de "Aviões do Forró", "Cia do Kapricho" e cia) nos distanciaram. E eu em Ilhéus (sem carro haha) continuava distante de tudo e de todos. Mas, eu não queria morar em Itabuna. Como não quero.

E hoje, estou aqui sem saber "onde estou morando" e a qualquer momento posso, mais uma vez, mudar de endereço, e com isso, de amigos.

Por essas e outras que am o orkut, local onde pude diminuir a distância e achar amigos queridos que não via há anos.

AFF, escrevi demais :P

 

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